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Casal de empresários morre após ser baleado em frente a distribuidora de bebidas

Ana Carolina Maia e Hiago Almeida dos Santos foram mortos em frente à distribuidora de bebidas que ele possuía em Anápolis, em Goiás Reprodução/Perfis do ...

Casal de empresários morre após ser baleado em frente a distribuidora de bebidas
Casal de empresários morre após ser baleado em frente a distribuidora de bebidas (Foto: Reprodução)

Ana Carolina Maia e Hiago Almeida dos Santos foram mortos em frente à distribuidora de bebidas que ele possuía em Anápolis, em Goiás Reprodução/Perfis do Instagram de Ana Carolina Maia e da Adega Du 7 Um casal de empresários morreu depois de ser baleado na frente de uma distribuidora de bebidas, em Anápolis. De acordo com a Polícia Militar, testemunhas relataram que Ana Carolina Maia e Hiago Almeida dos Santos estavam do lado de fora do estabelecimento comercial, que pertencia a eles, quando duas pessoas passaram em uma moto, atirando. Os suspeitos foram presos. Seus nomes não foram divulgados pela Polícia Civil. Em nota enviada na tarde de terça-feira (20), a defesa dos suspeitos enviou uma nota ao g1 dizendo que os suspeitos foram soltos pela Justiça, durante audiência de custódia, por ausência de flagrante e outras irregularidades nas prisões (leia a íntegra da nota ao final da reportagem). O duplo homicídio aconteceu por volta das 17h de domingo (18) e está sendo investigado pelo Grupo de Investigação de Homicídios de Anápolis. A Polícia Civil confirmou que dois suspeitos passaram atirando. Disse, ainda, que foram solicitados exames cadavérico e necropapiloscópico, além de perícia no local do crime. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp De acordo com a Polícia Militar, Hiago morreu ainda no local. Já Ana Carolina foi socorrida e encaminhada a uma unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos. Casal foi morto em frente à distribuidora de bebidas de propriedade do rapaz, em Anápolis Divulgação/PMGO LEIA TAMBÉM Ataque mata casal e deixa mulher ferida dentro de casa em Abadiânia Mulher morta com o marido em condomínio era servidora de prefeitura em Goiás; vizinho foi preso VÍDEO: Casal é morto a tiros dentro de carro em Goiânia Empresários Hiago tinha inaugurado a distribuidora há pouco mais de quatro meses. Em um vídeo publicado no perfil do Instagram da distribuidora, no dia 14 de junho, ele escreveu, abrindo uma garrafa de champanhe: "Obrigado, Deus". Já Ana Carolina tinha uma loja de roupas femininas e atendia clientes tanto pessoalmente quanto virtualmente. No dia do crime, pela manhã, ela publicou um vídeo, no perfil da sua loja, dizendo que iria ficar aberta até as 18h. "Eu só vou almoçar e eu já volto com os atendimentos. Mas se você quiser mandar mensagem já pra reservar alguma peça, fazer o seu pedido, não tem problema, não", disse a jovem. Agora no g1 Leia a íntegra da nota da defesa dos suspeitos: "Os advogados Thaynara Oliveira (OAB/GO 62.267) e Kalleb Reis (OAB/GO 68.370), responsáveis pela defesa dos dois investigados presos no último fim de semana em razão das mortes ocorridas em frente a uma distribuidora de bebidas em Anápolis, vêm a público prestar os seguintes esclarecimentos. Na audiência de custódia realizada em 19 de outubro de 2026, a 3ª Vara Criminal da Comarca de Anápolis deixou de homologar o auto de prisão em flagrante e relaxou as prisões, com a expedição dos alvarás de soltura. A decisão não foi tomada por mera formalidade. O Juízo verificou que não havia situação de flagrante. Os investigados foram abordados cerca de sete horas depois dos fatos, em outro município, sem perseguição e sem que nenhum objeto ligado ao crime estivesse com eles no momento da abordagem. A decisão também registrou que houve entrada em residência e em propriedade rural, ao que tudo indica, sem mandado judicial, e apontou irregularidades nas confissões informais atribuídas aos investigados, que teriam sido colhidas em locais ermos e na presença apenas dos policiais. Diante dos relatos feitos na audiência, o juiz determinou o envio de cópia dos autos ao Ministério Público e à Corregedoria da Polícia Militar. A defesa compreende a comoção causada pelo caso e se solidariza com as famílias das vítimas, que merecem uma resposta séria. Justamente por isso, entende que essa resposta precisa vir de uma investigação feita dentro da lei. O relaxamento da prisão não encerra a apuração, que continua. O que a decisão reconhece é que o Estado não pode prender fora das hipóteses previstas na Constituição e no Código de Processo Penal, por maior que seja a repercussão do fato. A defesa seguirá acompanhando o caso e permanece à disposição da imprensa para esclarecimentos, sempre respeitando o sigilo profissional e a preservação da imagem dos investigados". 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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